Cadastro
Receba em seu e-mail onde ocorrerão as melhores baladas.
  
Parceiros

Após críticas do elenco, Guará estuda recuperação do gramado


Diretoria tricolor intensifica manutenção e destaca mudança de grama só para 2014

 
Funcionários do Guaratinguetá trabalham na manutenção do gramado do Ninho da Garça; jogadores cobram e clube aguarda prefeitura (Foto: Claudia Turra)
 
Se os resultados favoráveis não acontecem, ele é o principal culpado, por parte do elenco do Guaratinguetá. O gramado do Estádio “Professor Dario Rodrigues Leite” tem sido pauta certa nas últimas entrevistas de atletas do clube. Porém, se uns destacam a má qualidade do campo, outros preferem enfatizar a ineficiência de todo o grupo, que não vence em casa. 
 
Enquanto a temporada não chega ao fim, a diretoria do Guará faz um trabalho de manutenção diária na grama do estádio. A intenção do clube é se reunir com o poder público municipal, após a Série B, para uma nova reforma no campo.
 
Dois 0 a 0 seguidos em casa e inúmeras reclamações com relação ao estado do gramado. O “Professor Dario Rodrigues Leite”, palco de jogos importantes nos anos 2007 e 2008, já não rende os mesmos frutos do passado. Adversários e até os próprios jogadores do Guaratinguetá reconhecem que a má qualidade do campo atrapalha as chances de gol e o bom futebol. “O campo ajuda demais a equipe adversária, e favorece sempre quem vem jogar mais fechado aqui dentro de casa”, comentou o atacante Jonatas Belusso.
 
O meia-atacante Rafinha desabafou com relação ao gramado. “Ele nos atrapalha em todos os jogos. Está muito ruim. Se não melhorar, vai ser sempre essa dificuldade para ganhar dentro de casa”.
Questionado sobre a dificuldade de jogar em casa, num gramado irregular contra um adversário como a Chapecoense, que luta pelo acesso, o jogador afirmou não haver diferença em relação aos últimos rivais, que também jogaram no Dario, e criticou o estado do campo. “Não tem diferença. A bola aqui não rola. Fica bem difícil. Se eles vierem pra cima, não tem tanto efeito, porque o campo é brincadeira...”, concluiu.
 
Em 2012, o Guará mandou cinco jogos no “Martins Pereira”, em São José dos Campos. O motivo foi a qualidade do gramado, que preocupou a direção do clube, que se viu obrigada a mandar os jogos na cidade vizinha.
Para evitar que isso se repita em 2014, o presidente do Guará, Israel Vieira, planeja uma reunião com a atual gestão municipal, para uma possível reforma no gramado do estádio.
 
O presidente não escondeu a dificuldade. Segundo Israel, “o problema existe e a solução não é fácil”. Ele destacou que o clube mantém a manutenção diária do gramado, pelo menos até o final do Brasileiro. “O clube enfrenta hoje esse problema, fazendo seu trabalho, com esse cuidado, mas infelizmente não podemos trocar o gramado até o final do campeonato. Faltam apenas seis rodadas, somente depois vamos ver com a Prefeitura a condição para trocar a grama”.
 
 
Leandro Oliveira


Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Publicidade
Enquete
O que você esta achando administração da presidente Dilma Rousseff
Ótimo
Bom
Péssimo
Regular
Horóscopo
Descubra o que os astros reservam para você.
Publicidade
Fale conosco
E-mail: jornal.coruja@hotmail.com
Cel. 12 98271-4123 / 12 98289-6973