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Em último discurso na Assembleia da ONU, Obama pede cooperação.


Presidente dos EUA disse que país rodeado de muros fica 'encarcerado'. Ele falou de acordo climático, zika, Rússia e democracia.

Em seu último discurso como presidente dos EUA na Assembleia Geral da ONU, Barack Obamaconclamou nesta terça-feira (20) os demais líderes mundiais a optarem por um “melhor modelo de cooperação” e integração entre os países diante de um mundo “profundamente dividido”.

 

 

“Devemos ir para a frente, e não para trás”, disse Obama, depois de mencionar progressos conseguidos durante seus 8 anos de mandato, como a melhoria da economia internacional, a aproximação com Cuba e o acordo de paz na Colômbia.

 

 

Obama disse que um país rodeado por muros é um país encarcerado, em uma crítica velada ao candidato republicano à Casa Branca, Donald Trump, que tem propostas isolacionistas. “Hoje em dia, uma nação rodeada por muros só conseguiria encarcerar-se a si própria.”

 

 

Refugiados

O presidente americano afirmou que muitas nações, especialmente as ricas, poderiam fazer mais para ajudar os refugiados. Falou que os EUA foram em grande parte formados pela imigração, e lembrou de sua própria história, acrescentando que aprendeu que nossa identidade precisa ser definida "não colocando o outro para baixo", mas ajudando-o a se levantar.

 

 

No discurso, ele conclamou os presentes a "recusar qualquer forma de fundamentalismo e racismo" e defendeu a "democracia real" frente a modelos autoritarios guiados por "homens fortes".

 

 

'Força do bem'

Obama afirmou que os EUA são uma "rara superpotência" a defender direitos e disse que, apesar de ter defeitos, o país é uma "força do bem".

 

 

O presidente disse que que muitas vezes é criticado em seu próprio país por acreditar nas leis internacionais e nos organismos multilaterais. Mas, segundo ele, isso é bom para a segurança do país e do mundo no longo prazo. "Somos todos sócios no sistema global", afirmou.

 

 

Ele ainda reafirmou o compromisso dos EUA em não ampliar seu arsenal nuclear e falou da importância do combate a epidemias como as do vírus da zika e ebola, dizendo que são "urgentes". Afirmou afirma que é "urgente" que o acordo climático de Paris entre em vigor.

 

 

Obama também falou sobre a Rússia, acusando-a de tentar recuperar sua "glória passada" por meio da força e afirmou que se o país continuar a interferir nos assuntos dos vizinhos, isso tornará suas fronteiras menos seguras.

 

 

Sobre a Coreia do Norte, o presidente americano afirmou que, "quando se testa uma bomba", se põe todo o mundo "em perigo", e "qualquer país que não obedeça às normas internacionais (sobre as armas nucleares) deve enfrentar consequências".

 

 

Israel e Palestina

"Com certeza israelenses e palestinos estarão melhores caso palestinos rejeitem incitamentos e reconheçam a legitimidade de Israel... (e se) Israel reconhecer que não pode permanentemente ocupar e se estabelecer em território palestino", discursou Obama sobre o impasse naquela região do Oriente Médio.

 

 

Fonte: G1.



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